Nos tempos de inteligência artificial, chatbot, cadência automática e prospecção em massa…
Eu ainda acredito na boa pesquisa. E na caneta na mão. (Mesmo usando a IA pra me ajudar na organização deste artigo) 🙂
Acredito em abrir o LinkedIn do lead, estudar a empresa, ler suas as notícias relacionadas a ela, ouvir na sua página de investidores como ela se relaciona e faz promessas ao mercado, entender os desafios do setor e preparar uma abordagem que faça sentido, não volume.
Porque no fim, ainda estamos vendendo para pessoas. E pessoas odeiam ser só mais uma no funil de alguém.
Menos volume, mais intenção.
Hoje, tem gente que acha que vender é igual pescar:
“Joga o máximo de isca, e uma hora alguém morde.”
Mas não é assim que você conquista tomadores de decisão sérios. Especialmente os de alto escalão.
Um caso real
Anos atrás, consegui uma reunião com o vice-presidente de uma das maiores empresas do país. Não foi com cold call. Não foi com mensagem genérica. Foi com pesquisa, contexto e proposta de valor afiada.
Eu disse pra ele, com todas as letras:
“O projeto que quero te apresentar vai pagar os 30 milhões que você vai investir em marketing no próximo ano.”
Resultado? Ele me recebeu na sede da empresa. Três reuniões depois, fechamos um negócio milionário.
É como dizia Abraham Lincoln:
“Se eu tivesse 6 horas para derrubar uma árvore, passaria 4 afiando o machado.”
O machado, no nosso caso, é a preparação. A pesquisa. A leitura do lead. A personalização que mostra: “Ei, eu estudei você. Não tô aqui pra desperdiçar seu tempo.”
O futuro da venda não é só tecnologia. É inteligência aplicada.
Use IA, claro. Use automação, sim. Mas use tudo isso pra potencializar sua mente, não pra desligá-la.
Quem vende com profundidade, continua fechando negócios grandes. Enquanto muitos ficam disputando cliques, você senta na mesa de decisão.
Você prefere ser lembrado como mais um vendedor ou como um consultor de estratégia? Me conta o que acha — e se já viveu algo parecido.
Nos vemos na próxima.
Diego Dalcolli